Archive for June, 2009|Monthly archive page

Saving Uline Arena

The Capitol Hill North Neighborhood Association is planning a Uline Storytelling and Sing-along on Saturday, October 3, 2009 at the
Atlas Performance Center at 1333 H Street NE from 3:00 PM – 5:30 PM.

The event is sponsored in part by the DC Humanities Council and is free and open to the public. We are looking for Uline stories! If you know someone who has a story to tell please send an email to harvestpotluck@gmail.com

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Urban Archaeologist

Heading out tomorrow morning to be a sports archaeologist.

The Washington City Paper’s Cheap Seats columnist and I are going to look over the places where Washignton, DC had ball parks and arenas. We know that there are some remaining touches that indicate that a track or stadium once existed in two of these locations. But what else may be at some of these other places?

DC had several old baseball fields on either side of the Capitol Building. They had two fields in neighborhoods. They had a race track near the Canal. They had an arena where pro wrestling really took off as a sport. They had an arena where the Beatles played their first US concert. Have all the places been completely destroyed.

Sharon Gless is Lesbian Hannah Free

Watched the Queer As Folk supporting star and star from Cagney and Lacey kick up a storm as an old lesbian in a nursuing home. The performances were generally strong. The story sometimes felt like a recitation of lesbian life in the 1940s & 1950s.

Women will enjoy the frankness of their relationship and the display of their lovemaking. This is not a Hollywood version of a lesbian romance because  it has real frustration expressed by both partners and a strong sense of the difficulties these women faced from the outside world.

Gless did not look old enough to be “married” to someone who could have an adult great-grandchild (she is 66 years old in real life). Her character supposedly was an adult during the 1930s which made me wonder when the story was suppposed to take place.

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Hollywood Bohemians Brazilian Take

A columnist in the Gay Brazilian magazine ISTOE wrote the following:

Cultura
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Quando Hollywood era gay
Na época de ouro do cinema americano, os estúdios faziam vista grossa à homossexualidade de alguns astros e usavam os boatos para atrair o público

Ivan Claudio

foto: John Engstead/ Paramount

A primeira vez que a palavra gay foi ouvida no cinema como sinônimo de homossexual aconteceu no filme “Levada da Breca”, há 70 anos. Foi dita numa das cenas mais engraçadas dessa comédia de Howard Hawks pelo ator americano Cary Grant – e foi por isso que não passou despercebida. Grant (1904 -1986) era para a Hollywood dos anos dourados o que Tom Cruise é para a indústria do cinema nos dias de hoje. Um dos atores preferidos de Alfred Hitchcock, com quem fez clássicos como “Ladrão de Casaca” e “Intriga Internacional”, ele serviu de modelo para Ian Fleming criar o agente secreto 007.

O casal feliz

Os atores Randolph Scott e Cary Grant na casa em que moraram juntos por 12 anos, numa praia da Califórnia. A residência ficou conhecida como a “mansão dos solteirões”

Devido à sua popularidade se dava ao luxo da autogozação. Era esse, com certeza, o seu propósito nessa famosa cena, quando o personagem que interpretava, obrigado a sair do banho vestido no extravagante “peignoir” de uma garota, vai atender a porta da casa. Ao vê-lo enfiado num traje feminino, a velhinha que tocara a campainha pergunta-lhe o que significava aquela palhaçada. “É porque, subitamente, me transformei em um gay”, diz Grant.

O diálogo é um óbvio comentário ao que circulava nas revistas de fofoca da época: o ator, solteiro e um dos mais cobiçados da época, seria homossexual. E isso porque ele vivia numa mansão em Santa Monica, em Los Angeles, com o amigo Randolph Scott, estrela dos faroestes. Trata-se de uma situação emblemática do ambiente “simpatizante” da Hollywood daquele período, que não apenas tolerava a diferença sexual como a usava para vender a imagem de que a meca do cinema era um lugar cosmopolita, exótico e excitante.

Terno e Gravata
Marlene dietrich na época de seu romance com uma roteirista. Seu estilo de vestir virou letra de música

Algo como a Paris do fim do século XIX. Essa tese controversa é defendida pelo historiador americano Brett Abrams, que acaba de lançar nos EUA o livro “Hollywood Bohemians – Trangressive Sexuality and The Selling of the Movieland Dream” (Os Boêmios de Hollywood – Sexualidade Transgressiva e a Venda do Sonho da Terra do Cinema). “Nos anos 1920 e 1930 a publicidade, os filmes e os livros de ficção sobre o ambiente hollywoodiano mostravam uma complexa e geralmente positiva imagem dos gays, lésbicas e heterossexuais que viviam um casamento aberto”, disse Abrams à ISTOÉ.

“A indústria do cinema usava o exemplo desses artistas para excitar o público e fazer Hollywood parecer única e especial. E o público entendia o recado.” Arquivista do National Archives and Records Administration, em Washington, ele pesquisou revistas de celebridades, colunas de fofoca e edições inteiras dos jornais de Los Angeles.

Como bolsista da divisão de cinema da Livraria do Congresso, viu filmes esquecidos que tratavam do cotidiano nos estúdios e leu 70 livros de ficção sobre o mesmo tema, escritos entre 1915 e 1950. Num dia de pesquisas na livraria da Academy of Motion Pictures, em Beverly Hills, ele encontrou o álbum de 30 fotos esquecidas que os estúdios Paramount fizeram em 1932 para divulgar o charme da vida de solteiro de Cary Grant e Randolph Scott. Era a prova cabal do lado “gay friendly” da Hollywood nos anos 30. “A descoberta desse material me desconcertou”, diz.

As imagens de Grant e Scott, tratados pela imprensa como “o casal feliz”, os mostram na piscina, levantando pesos, fazendo cooper, jogando dama ou jantando à luz de velas. Num flagrante bem íntimo, Scott aparece sentado à mesa olhando um documento, como se estivesse fazendo contas, enquanto Grant o observa de pé, a mão apoiada no ombro do amigo. “Aqui estamos, vivendo da forma que achamos melhor como solteiros, numa ótima casa e a um preço relativamente barato”, disse Grant a uma revista de fãs da época. Bela economia: essa mesma casa, com praia particular no litoral californiano e que ficou conhecida como a “mansão dos solteirões”, foi leiloada há três anos com um lance mínimo de US$ 4 milhões.

Dessa série, a foto que mais intrigou Abrams foi aquela que mostra a silhueta dos dois amigos no clima romântico de um fim de tarde, diante do mar. “A imagem de dois homens fumando juntos aparecia com frequência em filmes da época. No entanto, essas cenas aconteciam em bares e outros lugares “masculinos” e não em ambientes tidos como românticos.

A interação entre eles não dava a entender que formavam um par, sem qualquer pessoa a sua volta”, escreve o historiador. “Um homem nunca acendia o cigarro de outro homem se um deles já estivesse com o cigarro na boca.”

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Quando Hollywood era gay
Na época de ouro do cinema americano, os estúdios faziam vista grossa à homossexualidade de alguns astros e usavam os boatos para atrair o público

Ivan Claudio

Intimidade Fotos de grant e Scott foram feitas pelo próprio estúdio Paramount

Grant viveu 12 anos com Scott e se casou com cinco mulheres em intervalos diferentes. Mas nunca assumiu publicamente nem mesmo uma suposta bissexualidade. Em 1980, aos 76 anos, processou o comediante Chevy Chase, que teria assim se referido a ele na tevê: “What a gal!” (“que garota”). Gay assumido, o cineasta George Cuckor, que o dirigiu em “Núpcias de Escândalo”, comentou a postura do colega: “Ele nunca falaria sobre isso. No máximo, diria que os dois fizeram belas fotos juntos. Scott talvez admitisse – mas para um amigo.” Desde que não fosse tão alcoviteiro como ele, Cuckor.

Diante do frisson provocado por essa ambiguidade sexual, os estúdios Paramount procuravam tirar proveito do suposto romance. E os filmes de Grant, como as comédias feitas com Katherine Hepburn, arrebentavam na bilheteria. Verdade ou mentira, tudo se passava entre quatro paredes. Para a grande legião de boêmios (que além de atores e diretores incluía roteiristas, figurinistas e diretores de arte), a agitada vida noturna de Beverly Hills era o espaço de convivência e badalação por excelência. “Nessa época, Hollywood tinha mais néons que a Broadway”, diz Abrams.

Os bares, boates e restaurantes chiques borbulhavam num dos metros quadrados mais caros do planeta: “Os mais disputados ficavam nas redondezas de Sunset Boulevard e tinham uma decoração fantasiosa, imitando o exotismo marroquino ou o Carnaval veneziano.” Nesses anos loucos surgiu até um guia turístico chamado “How to Sin in Hollywood” (Como Pecar em Hollywood), que listava os lugares onde encontrar os “transgressores” de que trata o livro de Abrams. O restaurante Brown Derby, por exemplo, era o local preferido da atriz alemã Marlene Dietrich. Causava sensação a sua chegada, sempre vestida de terno, gravata, chapéu e sapatos de amarrar. A estrela de “O Expresso de Xangai” vivia um romance com a roteirista Mercedes de Acosta e adotou o look masculino a contragosto do estúdio.

A reação dos executivos foi prática: “Vamos então transformar isso em moda e explorar a imagem de Marlene em trajes masculinos.” E a moda pegou. Dupla das mais requisitadas para a trilha de musicais, Rodgers and Hart, autores dos clássicos “My Funny Valentine” (gravada por Chet Baker) e “The Lady is a Tramp” (sucesso de Frank Sinatra), compuseram para o filme “Hollywood Party” a engraçadíssima canção “I’m one of the Boys”. Sua letra diz: “Prefiro o alfaiate de Marlene. Nenhum vestido francês é tão moderno quanto suas calças.”

foto: John EngstEad/ Paramount “Um homem nunca acendia o cigarro de outro homem se um deles já estivesse com o cigarro na boca. Esse tipo de gentileza, no entanto, era bastante comum entre um homem e uma mulher como demonstração de cavalheirismo. Essa cena frequentava a publicidades de meados dos anos 20. Eram imagens que associavam o fumo ao glamour, ao romantismo e à sedução.”

Trecho do livro “Hollywood Bohemians”

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Lesbian, Gay Film Festivals and the Power of Film

Happy Pride month! Cities are preparing for tons of events from now through the end of June, capped by the big parade. New York has started its eight day, three venue, film festival, Newfest. Check out the schedule.

newfest_logo

The largest lesbian, gay, bisexual and transgender festival, San Francisco‘s Frameline, begins later in the month. Its schedule can be found here.

Should unhappy content and non-affirming actions disqualify a movie from inclusion in a GLBTQ film festival?

Would you exclude a movie if it contained bisexual, gay, or lesbian characters but none were redeeming?

If film does have this power to influence would festival schedulers want to make sure that the influence was beneficial?

OR Is there benefit to seeing lesbian, gay and bisexual characters who are pathetic and so they end their lives?

Washington’s One-In-Ten runs a few days of movies prior to the big weekend. Sometimes the group provides a sampling of what would come during the Reel Affirmations festival in October. Other times they reach back for a Hairspray or another fun movie from the past. I recently watched the movie Jade Teardrop and it caused me to wonder what content from a lesbian, gay, bisexual and transgender movie was appropriate for showing at a festival.

The plot summary makes the movie seem challenging. “A young boy refuses to speak to anyone and only has his caterpillar for a companion. His adoptive gay father desperately tries to fix their broken relationship, but the boy is unwilling to forgive him and seeks to be part of a ‘normal’ family.” The trailer appears below. At the first scene in which the adoptive father pours whiskey from the bottle after a rough moment with the boy, my partner and I began to worry. When we are introduced to the homophobic uncle and his friends, the combination of the performances and the language is an unhappy mixture.

Yet the movie is untypical for any movie, let alone a feature GLBTQ film, in characterization, ethnic depictions, and showing the difficulties of relationships. I kept watching. Without giving away any of the details, the end is unhappy for the two gay characters. Our committee is asked to rate on a 1 to 5 scale if the movie should be included in the upcoming Reel Affirmations film festival. I checked and saw that Newfest included 26 features, but not Jade Teardrop. Frameline had approximately 50 narrative feature films and Miami featured 25 and neither festival included this movie.

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